O seu problema é ganhar pouco dinheiro?

Aqui na área técnica da Guide Life costumamos a realizar um intercâmbio intelectual um tanto quanto interessante, é muito comum trocarmos ao longo da semana textos, sugestões de livros e artigos acadêmicos sobre o tema planejamento financeiro e basicamente tudo que o cerca.

Um dia desses nos deparamos com um curto, no entanto excelente artigo sobre um assunto que possui bastante afinidade com nosso dia-a-dia enquanto planejadores financeiros. (Leia aqui)

artigo interessante

Espero que você tenha lido esse artigo no link sugerido, se não o fez, pare o que está fazendo agora e o leia imediatamente!

Se mesmo após a última solicitação você não ler o artigo por não ter muito tempo para ler o original ou por qualquer outro motivo, me acompanhe neste post, minha intenção com essa pequena revisão é mais do que resumir os principais pontos do texto, tento aqui no mínimo extrair a essência do artigo.

Preparado? Então vamos lá!

Bom, primeiramente o texto tenta apresentar outra ótica sobre uma das bases do modus operandi da Guide Life, a saber, a desejada “prosperidade”, ou como costumamos definir de maneira menos abstrata em nossas recomendações, os chamados objetivos financeiros, também conhecidos como aspirações.

O assunto ”objetivos financeiros” é um tema extremamente sensível a indivíduos e famílias em geral, pois estes objetivos são extremamente correlacionados com os sonhos das pessoas, com suas satisfações e bem estar. Mais do que isso, objetivos envolvem muitos outros aspectos pessoais como seu sucesso enquanto profissional e pessoa, motivações, comportamentos, etc.

Quando planejamos ou definimos nossos objetivos, costumamos, especialmente quando jovens, ou melhor, dizendo, superlativar nossos sonhos.

A maioria de nós possui desejos financeiros legítimos e importantes tais como ter uma casa confortável, realizar viagens regulares e nos aposentar com conforto. Não existe problema nenhum em traçar objetivos e, digo mais, considero saudável possuir estas aspirações. Ter metas faz parte do comportamento humano. Funciona como um norteador para cada um de nós.

O problema reside quando aumentamos de forma exagerada nossos objetivos.

No entanto, o problema reside quando aumentamos de forma exagerada nossos objetivos. Seria muito bom entender porque muitos de nós almejamos não só ter uma casa confortável, mas morar na casa mais luxuosa da rua mais valorizada do bairro; ou não apenas realizar viagens regulares, mas sim conhecer os destinos mais caros do mundo; ou ainda querer se aposentar com rendas regulares que nunca conseguimos obter durante nossa fase mais produtiva. Curioso esse fenômeno não acha?

O autor do texto original, Cullen Roche, nos questiona basicamente sobre o que devemos ter realmente em mente quando estamos nos planejando e definindo nossos os objetivos. Devemos sempre pensar em algumas questões fundamentais como:

  • Realmente preciso morar na casa mais luxuosa?
  • É necessário em minha vida que eu tenha aquele automóvel modelo esportivo que custa trinta vezes meu salário?
  • Eu e minha família só estaremos satisfeitos e felizes tendo os melhores bens possíveis?

Eis que é posta a pergunta fundamental do texto que motivou este outro de nossa autoria afinal:

O quanto é o bastante para você?

Esta questão é importantíssima para entendermos o que divide nossos objetivos financeiros entre aquilo que queremos e aquilo que realmente precisamos. Em termos de planejamento, essa divisão pode ser fundamental entre estar satisfeito com suas conquistas ou extremamente frustrado com aquilo que você objetivou, no entanto, não conseguiu chegar nem perto.

Não caia na falácia de que é necessário ganhar mais dinheiro para atingir seus objetivos

Outro ponto importante é não cair na falácia de que é necessário ganhar mais dinheiro para atingir seus objetivos, pois à medida que seu sucesso profissional floresce e você ganha mais dinheiro, caso você não consiga descobrir o que é o bastante para você, seus objetivos e aspirações ficarão ao mesmo tempo cada vez maiores e inalcançáveis, ou seja, você se verá em uma espécie de corrida em círculos.

Descubra hoje o que você considera o bastante o amanhã.

Por isso fica a seguinte lição para que o “você do futuro” não se frustre e culpe o “você do passado”: faça um exercício muito simples, tente ser mais realista e descubra hoje o que você considera o bastante o amanhã.

Pode parecer difícil, mas você verá que aprendendo a entender o que é suficiente, você acabará entendendo que o mais importante é não se sentir extremamente rico, mas apenas feliz.

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